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Em algum “pensamento à deriva”; o sonho, o campo de visão criado pelo cérebro, o enxergar de olhos fechados, o alívio de um banco de imagens armazenadas num desconexo, a memória e a imaginação, o criativo. Guardava lembranças tão importantes quanto a realidade, não sabia o que era e como mantinha a estabilidade racional, procurou fontes logosóficas e seus conceitos sobre o pensamento humano e sua tarefa incomensurável.
De Freud a Jung buscou verdades já conhecidas na psicanálise, na vida e mistério dos números² de François-Xavier Chaboche entendeu as exatas como fonte de criação, um ciclo na filosofia. Dos sonhos lúcidos que o deixavam sem chão, sem referência, apoiava todas as certezas.
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